Norma Israelense 62368 TI para Eletrônicos e Equipamentos de TI
Substituiu a IEC 60065 e a IEC 60950-1 por um sistema único baseado em risco. O que muda na classificação das fontes de energia e o que ela abrange.
Segurança elétrica, EMC e substâncias restritas são três dossiês separados, e o Esquema CB é o que faz o de segurança valer em vários mercados.
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Um eletrodoméstico não passa por uma avaliação, passa por três em paralelo. A segurança elétrica responde às séries IEC 60335 e IEC 62368, e nas luminárias à parte da IEC 60598-2 correspondente ao tipo, da fixa de uso geral na 2-1 à de emergência na 2-22. A compatibilidade eletromagnética responde à CISPR 15, à IEC 61547 e à IEC 61000-3-2 Classe C. As substâncias restritas respondem à RoHS 2011/65/UE na Europa e ao TR EAEU 037/2016 na UEEA, em vigor desde março de 2020 sobre treze categorias de produto. Aprovar uma dessas frentes não diz nada sobre as outras duas.
O Esquema CB do IECEE é a alavanca real para vender o mesmo aparelho em vários mercados. Você solicita a um Organismo Nacional de Certificação, um laboratório CBTL designado por ele executa os ensaios, e saem o Certificado de Ensaio CB e o Relatório de Ensaio CB, que mais de cinquenta países convertem em aprovação nacional por análise administrativa. Israel é o caso mais direto: o Standards Institution of Israel aprova produtos acima de 9 V CC analisando relatórios CB. Na UEEA, o esquema 1d aceita provas do próprio solicitante, e nenhuma linha do TR CU 020 ou do TR CU 004 exige que elas venham de laboratório da União.
As reprovações se repetem. Tipo de plugue, faixa de tensão, prática de aterramento e rotulagem mudam de mercado para mercado, e um produto desenhado para a Europa costuma não atender ao Oriente Médio, o que sai caro quando aparece com o ferramental já comprometido. As diferenças nacionais declaradas em relação ao texto IEC sobrevivem ao certificado CB, e um CBTL as ensaia a custo marginal desde que os mercados-alvo estejam definidos antes do programa. A etiqueta de eficiência energética, obrigatória na UE, nos Emirados, na Arábia Saudita com o selo SASO, na Coreia do Sul e no Cazaquistão, reflete um resultado medido e precisa existir antes da arte da embalagem.
O exportador brasileiro chega acostumado ao INMETRO, onde um regulamento delimita o escopo por NCM e um organismo acreditado emite o certificado. Fora daqui as frentes se repartem entre autoridades distintas: a SASO e o sistema SABER na Arábia Saudita, os esquemas ECAS nos Emirados e o G-Mark do CCG, o SII ou a isenção do Ministério da Economia pelo código aduaneiro em Israel, a declaração ou o certificado conforme o produto na UEEA. Para dimensionar qualquer um desses processos, envie tensão e potência nominais, o dossiê técnico, a NCM, os mercados-alvo e qualquer Relatório de Ensaio CB que já exista.
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Substituiu a IEC 60065 e a IEC 60950-1 por um sistema único baseado em risco. O que muda na classificação das fontes de energia e o que ela abrange.
Israel avalia segurança e compatibilidade eletromagnética separadamente. Qual norma IEC vale para cada classe de produto e o que cada ensaio cobre.
Quais produtos domésticos declaram, quais certificam, quando entra o certificado de incêndio e por que a carta de isenção vale na alfândega.
Quais categorias são reguladas, os cinco dados que decidem a resposta e por que a mesma especificação é isenta em um país e regulada no seguinte.
Segurança conforme IEC e ISO, etiquetagem energética obrigatória, RoHS e reciclagem, ensaio local quando exigido, e documentação em inglês e árabe.
Três aprovações obrigatórias para um storage de rede, obtidas em menos de cinco semanas sem envio de amostras. Documentos, prazos e custos.
O que entra no regulamento de EMC, quais produtos certificam e quais declaram, os três esquemas de certificação e as duas exclusões que importam.
Requisitos mal lidos, documentação incompleta, orçamento tardio e amostras paradas: as quatro falhas que travam a certificação elétrica.
Tipos de plugue, tensão e rotulagem mudam conforme o país, e um produto europeu costuma reprovar no Oriente Médio. O que verificar antes de redesenhar.
Os relatórios RoHS para a Arábia Saudita precisam seguir requisitos locais e alimentar a plataforma SABER. A rota em quatro etapas, do laboratório ao registro.
Aprovação do SII com base em relatórios CB, ou isenção do Ministério da Economia pelo código aduaneiro. E quando a homologação do MoC se aplica.
Toda luminária LED vendida no EEE precisa da marcação CE, inclusive fabricada fora. As três diretivas aplicáveis e a ordem em que o trabalho acontece.
O quarto regulamento elétrico da UEEA. Quais produtos declaram, quais certificam e por que a transição de 24 meses não é uma trégua.
Cada tipo de luminária é ensaiado por sua própria parte da IEC 60598-2: do modelo fixo de uso geral ao projetor, à luminária de emergência e à portátil.
A marcação CE para iluminação se apoia em três diretivas ao mesmo tempo. Quais normas variam por tipo de luminária e quais valem para todas elas.
Um certificado cobre TR CU 004 e 020; a RoHS vai em declaração separada. As quatro etapas, a inspeção anual e por que o ensaio de RoHS leva um mês.
Por que uma motosserra a gasolina se enquadra no TR CU 010 e no TR CU 020, mas não no TR CU 004, e como dividir a aprovação evitou uma rodada de ensaios.
A climatização doméstica exige certificados sob o TR CU 004 e o TR CU 020, mais declaração RoHS. A industrial declara sob o 004, o 020 e o 010.
Três regulamentos se aplicam à iluminação, a certificação segue o esquema 1c, 3c ou 4c e as normas de ensaio variam por tipo de luminária.
O conteúdo obrigatório do manual de operação em cada regulamento, a regra de idioma e quando a versão apenas eletrônica é permitida.
Sete normas STB foram reeditadas em 1º de novembro de 2020, com mudanças de estrutura, termos e definições. Nenhum ensaio novo foi exigido.
Seis substâncias restritas, declaração em vez de certificado e três caminhos no esquema 1d, definidos pelos relatórios de ensaio já disponíveis.
O esquema 1d se apoia nas provas do próprio solicitante; o 3d exige laboratório acreditado da União Aduaneira. E nada proíbe relatórios estrangeiros.
Treze categorias de produtos entram no regulamento de substâncias restritas da UEEA, de iluminação e TI a máquinas de venda automática e caixas registradoras.
Quase. Os NCBs membros aceitam o Certificado de Ensaio CB e o Relatório de Ensaio CB mediante análise administrativa e emitem a partir deles o certificado nacional. O que sobrevive são as diferenças nacionais que cada país declarou em relação à norma IEC. Essas são ensaiadas, e sai bem mais barato cobri-las dentro do programa original do que voltar ao laboratório depois, com amostras que já foram devolvidas. Por isso a lista de mercados-alvo entra antes do primeiro ensaio.
Os dois casos estão listados, não são avaliados produto a produto. No TR CU 020/2011, aparelhos elétricos e eletrodomésticos e os meios técnicos ligados a computadores pessoais estão na certificação obrigatória, e todo o restante do escopo declara, em qualquer esquema exceto o 5d. Do lado da segurança de baixa tensão, exigem certificado os aquecedores de água, os dispositivos de alta tensão e as luminárias embutidas ou de uso externo com sistemas complexos; eletrodomésticos pequenos e médios, luminárias LED, chaleiras e torradeiras seguem por declaração.
Envie o nome do produto, a NCM e os dados técnicos. Você recebe de volta a rota aplicável, a lista de documentos e o prazo, antes de qualquer compromisso.
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