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Antes dos ensaios

Avaliação de rota de certificação

A resposta é a avaliação em resumo: o esquema, a edição da norma e a evidência que você pode reaproveitar.

Ligamos de volta em até uma hora.

Vamos ligar de volta

Respeitamos seu tempo e sua privacidade. Seus dados são usados para responder a esta solicitação e para mais nada.

Como trabalhamos

Cinco etapas da consulta ao certificado registrado

  1. Você envia a consulta

    Nome do produto, NCM e dados técnicos, o suficiente para definirmos a rota.

    Sua parte
  2. Um gestor entra em contato

    Confirmamos os regulamentos aplicáveis e o tipo de certificação que o produto exige.

    Nossa parte
  3. Documentos e contrato

    Você envia a documentação; assinamos contrato com escopo e prazo fixos.

    Ambos os lados
  4. Ensaios e inspeção

    Ensaios laboratoriais, inspeção de fábrica e desembaraço, coordenados por nós.

    Nossa parte
  5. Você recebe o certificado

    Emitido, registrado e entregue. Encerramos o projeto.

    Sua parte
  • Atendimento nominal Um especialista responde pelo seu projeto da consulta ao certificado.
  • Rota definida antes dos ensaios Esquema, norma e laboratório ficam definidos antes de ensaiar a amostra, que é onde começa a maioria dos reensaios.
  • Documento válido Emitido por autoridade acreditada e registrado na base nacional correspondente.
  • Foco no resultado O trabalho é medido pelo documento na sua mão, não pelas horas gastas nele.
A resposta curta

Quatro decisões tomadas antes de qualquer amostra embarcar

A avaliação de rota de certificação é um documento escrito, produzido antes de qualquer amostra sair da fábrica. A avaliação de rota de certificação é um documento escrito, produzido antes de qualquer amostra sair da fábrica, que diz qual legislação se aplica ao produto no mercado de destino, com qual documento você termina, que evidência esse documento exige, em que ordem essa evidência precisa ser produzida e onde está o risco de prazo. É a etapa mais barata de um projeto de certificação e é a que define o custo de todas as etapas seguintes, porque ensaiar contra a norma errada, pedir o certificado a um organismo sem a acreditação certa e descobrir tarde que o representante local é obrigatório são decisões tomadas aqui, no papel, e todas caras de reverter depois.

  • Legislação, documento, evidência Diz qual legislação se aplica ao produto no mercado de destino, com qual documento você termina e que evidência esse documento exige.
  • Ordem e risco de prazo Define em que ordem a evidência precisa ser produzida e mostra onde está o risco de prazo.
  • A etapa mais barata É a etapa mais barata de um projeto de certificação e é a que define o custo de todas as etapas seguintes.
  • Erros decididos no papel Ensaiar contra a norma errada, pedir o certificado a um organismo sem a acreditação certa e descobrir tarde que o representante local é obrigatório são decisões tomadas aqui, e todas caras de reverter.
  • Legislação e documento

    A lista de materiais decide qual legislação se aplica, e a categoria do produto dentro dela decide se você termina com um certificado emitido por terceiro ou com uma declaração que você mesmo assina.

    Não presuma a rota mais barata só porque o produto parece de baixo risco.

  • Evidência na ordem certa

    Em dois dias úteis você recebe a lista de evidências, a sequência e uma proposta detalhada. Uma única campanha de ensaios pode atender vários mercados que compartilham normas, se foi especificada assim desde o início.

    Nomeie na avaliação todos os mercados pretendidos, inclusive os que ainda não têm orçamento.

  • Risco de prazo

    Dois itens mexem na data. A União Europeia, o Reino Unido, a União Econômica Euroasiática e o Brasil exigem uma parte local nomeada na documentação. E uma auditoria de fábrica não se comprime pagando mais.

    A representação local é o item que mais falta em uma primeira estimativa.

O que você precisa e o que fica conosco

Tudo à esquerda é algo a reunir antes de o projeto começar. Tudo à direita é nosso. Envie o que já tiver e dizemos o que falta.

Você fornece

  • Nome do produto
  • NCM
  • descrição técnica
  • lista de materiais
  • mercados de destino

Nós fornecemos

  • Legislação aplicável
  • tipo de documento
  • lista de evidências
  • sequência
  • riscos de prazo
  • proposta

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  • 2010 Ano de fundação
  • 1300+ Projetos de certificação
  • 40+ Países atendidos
  • 15+ Tipos de certificado

Quatro perguntas, e cada uma tem uma resposta errada que custa dinheiro

Qual legislação se aplica. Raramente é só uma. Um equipamento ligado à rede elétrica com módulo de rádio é avaliado sob a legislação de rádio, que absorve os requisitos de segurança e de compatibilidade eletromagnética; o mesmo equipamento sem o rádio é avaliado sob duas diretivas separadas, com evidências diferentes. Saber em qual dos dois casos o produto cai decide o plano de ensaios, e a resposta está na lista de materiais, não no mercado.

Com qual documento você termina. Um certificado emitido por terceiro e uma declaração que você mesmo assina são projetos diferentes, com custos diferentes, e a escolha em geral não é sua: quem define é a categoria do produto dentro do regulamento. A leitura errada mais comum é presumir a rota mais barata porque o produto parece de baixo risco. A pergunta "qual certificação meu produto precisa" é respondida pelo texto legal, e não pela intuição.

Que evidência é exigida, e de quem. A acreditação é por norma e por laboratório, nunca geral. Um relatório de um laboratório excelente que não é acreditado para aquela norma, ou que o destino não reconhece, é recusado, e as amostras viajam de novo.

Se alguém precisa estar estabelecido no país. A União Europeia, o Reino Unido, a União Econômica Euroasiática e o Brasil exigem que uma parte estabelecida no território seja nomeada na documentação. É um custo anual recorrente, não pontual, e é o item que mais falta em uma primeira estimativa.

A sequência é a parte que não dá para consertar depois

Quando o produto vai para vários mercados, a ordem em que a evidência é produzida decide se uma única campanha de ensaios atende a todos ou se cada mercado paga a sua. Mercados que referenciam as mesmas normas de base muitas vezes podem ser atendidos por uma campanha só, num laboratório cujos relatórios todos aceitam, mas somente se a campanha foi especificada assim desde o início.

Encaixar um segundo mercado em ensaios já concluídos raramente alcança a mesma economia. Os relatórios existem, foram delimitados para um destino, e as lacunas são exatamente as cláusulas que interessam ao segundo destino. Por isso a avaliação cobre todos os mercados pretendidos de uma vez, mesmo quando só o primeiro está sendo financiado.

A outra armadilha de sequência é a auditoria de fábrica. Os esquemas que exigem auditoria do local de fabricação, e vários exigem, transformam um projeto medido em semanas num projeto medido em meses, e a auditoria não se comprime pagando mais. Nesta etapa ela é visível; depois, invisível.

O que você recebe, e para que serve

O resultado é um documento, não uma conversa: a legislação aplicável nomeada, o tipo de documento, a lista de evidências, a sequência, os riscos de prazo e uma proposta detalhada com base nisso. É escrito de propósito para ser encaminhado internamente, porque quem pede a avaliação de conformidade regulatória em geral não é quem tem de defender o orçamento dela.

Ele também nomeia o que não é necessário. Uma determinação de escopo que afasta uma diretiva, ou que estabelece que o produto está fora de uma categoria regulada, é um resultado comum e o mais valioso de todos, porque elimina uma campanha de ensaios em vez de planejar uma.

O que a avaliação decide, e quanto custa decidir tarde

DecisãoDecidida aquiCusto de decidir depois
Legislação aplicávelA partir da lista de materiais e do mercado de destinoUma campanha de ensaios contra a norma errada
Tipo de documentoCertificado, declaração, registro ou licençaUm pedido recusado pelo organismo errado
Escolha do laboratórioAcreditação verificada por norma e por destinoAmostras enviadas e ensaiadas uma segunda vez
Representação localConstituída antes do pedido, onde exigidaUm certificado que não pode ser emitido na última etapa
Sequência multimercadoUma campanha especificada para todos os mercados pretendidosEnsaios por mercado a preço cheio
Exposição a auditoria de fábricaIdentificada antes de qualquer agendamentoMeses somados a um cronograma já assumido

Cada linha da coluna da direita é dinheiro gasto duas vezes, e não apenas gasto tarde. Esse é o argumento inteiro da etapa: ela é uma fração pequena do custo do projeto e é o que impede as frações grandes de se repetirem.

Perguntas frequentes

O que exatamente recebemos?

Um documento escrito dizendo qual legislação se aplica, com qual documento você termina, que evidência é necessária, em que ordem, e onde está o risco de prazo, acompanhado de uma proposta detalhada. É produzido antes de qualquer ensaio ser agendado, porque é ele que impede o laboratório de ser contratado contra a norma errada, e é redigido para ser encaminhado a quem precisa aprovar o orçamento.

Quanto tempo leva e quanto custa?

Normalmente dois dias úteis a partir do recebimento da descrição do produto e dos mercados de destino, e o enquadramento não custa nada nem gera compromisso. O que demora mais é um produto cuja lista de materiais ainda não está fechada, porque a legislação aplicável segue os componentes, não o uso pretendido.

Já sabemos que precisamos de marcação CE. Sobra algo para avaliar?

Em geral, muita coisa. "Marcação CE" nomeia uma família de diretivas e regulamentos, não uma rota única, e quais deles se aplicam, e se um organismo notificado precisa entrar no processo, é definido pela categoria do produto dentro de cada um. Um produto pode levar a marcação CE sob uma diretiva por autodeclaração e sob outra somente depois que um terceiro revisou o dossiê.

Vocês avaliam vários mercados de uma vez?

É o caso em que a avaliação se paga com mais clareza. Quando os mercados referenciam as mesmas normas de base, uma campanha de ensaios num laboratório com a acreditação adequada pode sustentar várias submissões, mas ela precisa ser especificada assim antes do primeiro agendamento. Acrescentar um segundo mercado depois costuma significar ensaiar as cláusulas que a primeira campanha não cobriu, a preço quase cheio.

E se a resposta for que nosso produto não é regulado?

É um resultado normal e o mais valioso, porque elimina uma campanha de ensaios em vez de planejar uma. Fica registrado por escrito, com o raciocínio e as referências de escopo que o sustentam, para poder ser mostrado a um cliente ou a um despachante aduaneiro que presume o contrário.

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Envie o nome do produto, a NCM e os dados técnicos. Você recebe de volta a rota aplicável, a lista de documentos e o prazo, antes de qualquer compromisso.