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Eletroeletrônicos

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Como trabalhamos

Cinco etapas da consulta ao certificado registrado

  1. Você envia a consulta

    Nome do produto, NCM e dados técnicos, o suficiente para definirmos a rota.

    Sua parte
  2. Um gestor entra em contato

    Confirmamos os regulamentos aplicáveis e o tipo de certificação que o produto exige.

    Nossa parte
  3. Documentos e contrato

    Você envia a documentação; assinamos contrato com escopo e prazo fixos.

    Ambos os lados
  4. Ensaios e inspeção

    Ensaios laboratoriais, inspeção de fábrica e desembaraço, coordenados por nós.

    Nossa parte
  5. Você recebe o certificado

    Emitido, registrado e entregue. Encerramos o projeto.

    Sua parte
  • Atendimento nominal Um especialista responde pelo seu projeto da consulta ao certificado.
  • Rota definida antes dos ensaios Esquema, norma e laboratório ficam definidos antes de ensaiar a amostra, que é onde começa a maioria dos reensaios.
  • Documento válido Emitido por autoridade acreditada e registrado na base nacional correspondente.
  • Foco no resultado O trabalho é medido pelo documento na sua mão, não pelas horas gastas nele.
A resposta curta

O que define o plano de ensaios de um aparelho

Em eletroeletrônicos correm três frentes juntas: segurança elétrica, compatibilidade eletromagnética e substâncias. Em produto eletroeletrônico correm três frentes ao mesmo tempo: segurança elétrica, compatibilidade eletromagnética e restrição de substâncias. No Brasil há uma quarta separação que pega o exportador de surpresa: o INMETRO cuida da segurança do produto e a ANATEL cuida da parte de radiofrequência, com processos, organismos e prazos diferentes. Um roteador com fonte externa passa pelos dois, e começar só por um deles atrasa o outro.

  • INMETRO cuida da segurança O INMETRO cuida da segurança do produto.
  • ANATEL cuida do rádio A ANATEL cuida da parte de radiofrequência.
  • Dois processos separados No Brasil há uma quarta separação que pega o exportador de surpresa: processos, organismos e prazos diferentes.
  • Um roteador passa pelos dois Um roteador com fonte externa passa pelo INMETRO e pela ANATEL, e começar só por um deles atrasa o outro.
  • Primeiro a norma do produto

    A segurança é ensaiada contra a norma harmonizada do tipo de produto: EN 60335-2-40 para condicionadores de ar, EN 60335-2-24 para refrigeradores, EN 62368-1 para equipamentos de TIC, EN 60598-1 para luminárias.

    Relatórios em edições antigas, escritas pensando no R-410A, não cobrem refrigerantes A2L.

  • EMC reprova na primeira

    Eletrodomésticos e ferramentas são medidos contra a EN 55014-1 e a EN 55014-2; multimídia e TI, contra a EN 55032 e a EN 55035. EMC é o ensaio que mais reprova na primeira tentativa.

    Faça uma varredura de pré-conformidade numa amostra inicial e deixe espaço para uma segunda sessão.

  • O relógio do ensaio energético

    Aparelhos precisam de etiqueta energética pelo Regulamento (UE) 2017/1369. O ensaio EN 62552 de um refrigerador leva dias por amostra em câmara climática, e a fila da câmara é maior que a da bancada de segurança.

    O ensaio de energia só começa com o compressor e o firmware finais congelados.

Já começou com outro fornecedor

Lançamento parado no laboratório ou na etiqueta energética?

Projetos de eletrodomésticos param sempre nos mesmos pontos. A EMC reprova na primeira tentativa e o cronograma não tem espaço para uma segunda sessão. O ensaio de energia espera o compressor e o firmware congelados, e depois a câmara climática. Amostras com bateria de lítio podem precisar do resumo de ensaio UN 38.3 antes mesmo de viajar ao laboratório. E a fonte comprada de terceiros chega com o certificado de outra empresa, que cobre só o adaptador.

Um relatório CB de laboratório acreditado no esquema IECEE CB mantém o valor: onde os mercados referenciam a mesma norma IEC, ele pode ser reaproveitado, com os desvios nacionais ensaiados como complemento. Um relatório de segurança numa edição antiga da EN 60335-2-40 não cobre refrigerantes A2L, e um dossiê RoHS fica desatualizado no dia em que outro relé entra na série. Componente certificado não substitui a avaliação do produto acabado.

O que nos enviar

Tudo aqui é algo a reunir antes de o projeto começar. A primeira resposta diz o que já pode entrar no dossiê como está.

  • Os mercados de destino, e se o ensaio de energia já começou
  • A lista de materiais e a lista de componentes críticos
  • Certificados das peças compradas, como a fonte de alimentação ou a bateria
  • Relatórios de ensaio até agora, com a norma e a edição citadas em cada um

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  • 2010 Ano de fundação
  • 1300+ Projetos de certificação
  • 40+ Países atendidos
  • 15+ Tipos de certificado

INMETRO e ANATEL não se substituem

A homologação ANATEL alcança qualquer produto que transmita ou receba radiofrequência, inclusive Wi-Fi e Bluetooth embarcados. A certificação INMETRO alcança a segurança elétrica das famílias com portaria publicada. Um mesmo aparelho pode precisar dos dois, e os dois têm laboratórios designados próprios.

O erro comum é tratar rádio como detalhe do produto elétrico. Na prática são dois projetos regulatórios que compartilham a amostra e mais nada.

A tensão da rede faz parte do escopo do ensaio

Um aparelho ensaiado em 230 V e 50 Hz não está coberto para 127 V e 60 Hz. O Brasil convive com as duas tensões conforme a região, e produto bivolt precisa dos dois pontos ensaiados.

Isso não se deduz de um relatório europeu. Se o Brasil está no plano, as variantes entram na mesma campanha de ensaio, não numa complementação posterior.

Onde o esquema CB ajuda de verdade

O esquema IECEE CB gera um relatório que organismos de mais de cinquenta países aceitam como base para a segurança elétrica. É a alavanca mais eficiente que existe para quem vende em muitos mercados.

Ele não substitui a certificação nacional: cada país acrescenta seus desvios. Mas evita repetir o ensaio de base, que é a parte cara.

O que cada mercado exige

MercadoSegurançaRádio e EMCSubstâncias
BrasilINMETRO conforme portariaANATELSem exigência geral
União EuropeiaDiretiva de baixa tensãoRED e diretiva EMCRoHS e REACH
União Econômica EuroasiáticaTR CU 004TR CU 020TR EAEU 037
GolfoG-Mark, ECAS, SASOAutoridade nacionalRoHS conforme o país

Perguntas frequentes

Preciso de ANATEL se o Wi-Fi vem de um módulo já homologado?

O caminho fica bem mais curto, mas raramente desaparece. O módulo homologado carrega os ensaios de radiofrequência; o produto final ainda precisa ser declarado e associado a essa homologação. Confirme antes de comprar o módulo se a homologação está ativa e em nome de quem.

Dá para usar um relatório europeu no INMETRO?

Como base, às vezes. O organismo certificador brasileiro trabalha com laboratórios acreditados e costuma exigir ensaio no Brasil ou em laboratório designado, além de amostra própria. Relatórios CB ajudam mais do que relatórios nacionais europeus.

RoHS vale no Brasil?

Não há exigência geral equivalente à europeia. Algumas portarias específicas trazem restrições de substâncias, e contratos privados costumam pedir conformidade RoHS mesmo sem base legal. Vale checar por família de produto, não por regra geral.

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