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Certificação UKCA

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Como trabalhamos

Cinco etapas da consulta ao certificado registrado

  1. Você envia a consulta

    Nome do produto, NCM e dados técnicos, o suficiente para definirmos a rota.

    Sua parte
  2. Um gestor entra em contato

    Confirmamos os regulamentos aplicáveis e o tipo de certificação que o produto exige.

    Nossa parte
  3. Documentos e contrato

    Você envia a documentação; assinamos contrato com escopo e prazo fixos.

    Ambos os lados
  4. Ensaios e inspeção

    Ensaios laboratoriais, inspeção de fábrica e desembaraço, coordenados por nós.

    Nossa parte
  5. Você recebe o certificado

    Emitido, registrado e entregue. Encerramos o projeto.

    Sua parte
  • Atendimento nominal Um especialista responde pelo seu projeto da consulta ao certificado.
  • Rota definida antes dos ensaios Esquema, norma e laboratório ficam definidos antes de ensaiar a amostra, que é onde começa a maioria dos reensaios.
  • Documento válido Emitido por autoridade acreditada e registrado na base nacional correspondente.
  • Foco no resultado O trabalho é medido pelo documento na sua mão, não pelas horas gastas nele.
A resposta curta

Onde a CE ainda vale na Grã-Bretanha

A UKCA é a marcação de conformidade da Grã-Bretanha e é tecnicamente quase idêntica à CE. A UKCA é a marcação de conformidade da Grã-Bretanha e é tecnicamente quase idêntica à CE: mesma lógica de avaliação, quase sempre as mesmas normas, declaração e marca diferentes. A aceitação da marcação CE na Grã-Bretanha foi prorrogada por tempo indeterminado em muitas categorias, o que deixa a UKCA opcional para boa parte dos produtos. O que não é opcional para o fabricante brasileiro é ter um importador ou representante autorizado estabelecido na Grã-Bretanha, nomeado na documentação.

  • Mesma lógica, mesmas normas A avaliação segue a mesma lógica da CE e quase sempre usa as mesmas normas.
  • Declaração e marca próprias O que muda é a declaração, que passa a ser a do Reino Unido, e a marca.
  • UKCA opcional em muitos casos A aceitação da marcação CE na Grã-Bretanha foi prorrogada por tempo indeterminado em muitas categorias, o que deixa a UKCA opcional para boa parte dos produtos.
  • Responsável na Grã-Bretanha O que não é opcional para o fabricante brasileiro é ter um importador ou representante autorizado estabelecido na Grã-Bretanha, nomeado na documentação.
  • Dois mercados britânicos

    A UKCA vale na Inglaterra, Escócia e País de Gales. A Irlanda do Norte segue as regras da UE pelo Quadro de Windsor e usa CE, com UKNI ao lado quando um organismo britânico avaliou.

    Para produtos vendidos nos dois, use CE e acrescente a UKCA onde a aceitação não foi prorrogada.

  • CE aceita sem prazo

    Os Product Safety and Metrology (Amendment) Regulations 2024 reconhecem a CE para os produtos regulados pelo DBT, entre eles equipamentos elétricos, EMC, rádio, máquinas e brinquedos. Dispositivos médicos e produtos de construção seguem cronogramas próprios.

    Confira a posição atual do regulador antes de dispensar a UKCA nessas categorias.

  • Um responsável britânico

    Fabricante fora do Reino Unido precisa de importador ou representante autorizado britânico, nomeado na documentação, capaz de apresentar a declaração e o dossiê técnico à fiscalização local.

    Um representante autorizado na UE não tem competência na Grã-Bretanha.

Já começou com outro fornecedor

Migrando da CE para a UKCA, e o projeto parou?

Quem trata "o Reino Unido" como um destino só acaba embarcando a marca errada para metade dele. Os processos também dão errado quando se supõe que o representante autorizado na UE cobre a Grã-Bretanha, ou quando a UKCA é dispensada para um dispositivo médico ou produto de construção sem conferir o cronograma daquele regulador. Dispositivos de consumo conectados trazem outra divergência: a Grã-Bretanha aplica o regime de segurança de produtos PSTI, que pede documentos diferentes das regras de cibersegurança da RED.

Os seus relatórios de ensaio CE são aproveitados. Os regulamentos britânicos mantêm os requisitos essenciais das diretivas de origem, então a mesma evidência acreditada sustenta a declaração britânica. A declaração UE em si não se reaproveita, nem o certificado de organismo notificado: onde a UKCA exige avaliação de terceira parte, o organismo aprovado britânico é outra entidade jurídica e emite o próprio certificado. O importador ou representante autorizado britânico é uma nomeação separada da europeia.

O que cuidamos

  • Análise de lacunas
  • Ensaios
  • DoC britânica
  • Responsável na Grã-Bretanha

O que nos enviar

Tudo aqui é algo a reunir antes de o projeto começar. A primeira resposta diz o que já pode entrar no dossiê como está.

  • Nome do produto e NCM
  • O dossiê técnico CE, se houver, e os relatórios de ensaio que ele contém
  • Para onde o produto vai: Grã-Bretanha, Irlanda do Norte ou os dois
  • Qualquer certificado de organismo notificado, e se algum organismo aprovado britânico foi consultado
  • O nome do seu importador ou representante autorizado britânico, se já existir

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  • 2010 Ano de fundação
  • 1300+ Projetos de certificação
  • 40+ Países atendidos
  • 15+ Tipos de certificado

Grã-Bretanha e Irlanda do Norte são dois mercados

A UKCA alcança Inglaterra, Escócia e País de Gales. A Irlanda do Norte continua sob as regras da União Europeia, usa marcação CE e tem a marca UKNI para o caso específico em que um organismo britânico fez a avaliação de terceira parte.

Quem trata "Reino Unido" como um destino único acaba embarcando a marca errada para metade dele. Quando o produto vai para os dois lados, a rota prática costuma ser CE mais o que a Irlanda do Norte exigir, com a UKCA acrescentada apenas onde a Grã-Bretanha não prorrogou a aceitação da CE.

A prorrogação cobre muito e não cobre tudo

A prorrogação da aceitação da CE é definida por regulamento e por área de produto, não por decisão única. Produtos de construção e dispositivos médicos, entre outros, seguem cronogramas próprios, e a lista já mudou mais de uma vez desde 2021. A pergunta útil não é se a UKCA é obrigatória, e sim se ela é obrigatória para a sua categoria e para o seu NCM neste momento.

Onde a UKCA é exigida, muda menos do que o volume de papel sugere. Os regulamentos britânicos foram transpostos das diretivas europeias, os requisitos técnicos coincidem em grande parte e a mesma evidência de ensaio acreditado costuma sustentar as duas declarações. O que muda é o arcabouço jurídico: Declaração de Conformidade do Reino Unido no lugar da europeia, organismo designado no lugar do organismo notificado, normas designadas britânicas no lugar das normas harmonizadas. As duas listas divergiram pouco até agora, mas são mantidas em separado, e divergência é questão de quando.

O responsável estabelecido na Grã-Bretanha

Fabricante estabelecido fora do Reino Unido precisa de importador ou representante autorizado estabelecido lá, identificado na documentação e capaz de apresentar a declaração e o dossiê técnico quando a fiscalização britânica pedir. É nomeação jurídica com obrigações, não um endereço de correspondência.

Se você já nomeou representante autorizado na União Europeia, ele não cobre a Grã-Bretanha. São duas nomeações separadas, e o representante europeu deixou de ter competência sobre o mercado britânico quando o Reino Unido saiu da União. Para o exportador brasileiro que atende os dois mercados, isso significa dois contratos e dois nomes na documentação.

CE e UKCA lado a lado

União EuropeiaGrã-Bretanha
MarcaCEUKCA
DeclaraçãoDeclaração UE de ConformidadeDeclaração de Conformidade do Reino Unido
Terceira parteOrganismo notificadoOrganismo aprovado ou designado
NormasNormas harmonizadasNormas designadas britânicas
Operador localImportador ou representante na UEImportador ou representante na Grã-Bretanha
Irlanda do NorteVale a marcação CECE, ou UKNI quando um organismo britânico avaliou

A aceitação da marcação CE na Grã-Bretanha foi prorrogada em muitas categorias e é fixada por regulamento, área por área. Confirme a situação da sua categoria antes de decidir dispensar a UKCA.

Perguntas frequentes

A marcação UKCA é obrigatória?

Depende da categoria do produto. A aceitação da marcação CE na Grã-Bretanha foi prorrogada por tempo indeterminado em muitas categorias, e nelas a UKCA é opcional. Outras categorias, como produtos de construção e dispositivos médicos, seguem cronogramas próprios. A resposta é por categoria e já mudou várias vezes, então vale confirmar em vez de repetir o que valia no ano passado.

Posso reaproveitar meus relatórios de ensaio da marcação CE?

Quase sempre. Os regulamentos britânicos foram transpostos das diretivas europeias e os requisitos técnicos coincidem em grande parte, então a mesma evidência de ensaio acreditado sustenta as duas declarações. O que não se reaproveita é a própria declaração nem o certificado de organismo notificado, porque um organismo aprovado britânico é outra entidade jurídica.

A UKCA cobre a Irlanda do Norte?

Não. A Irlanda do Norte segue as regras da União Europeia e usa marcação CE. A marca UKNI existe para o caso específico em que um organismo britânico fez a avaliação de terceira parte de produto colocado no mercado norte-irlandês, e é usada junto com a CE, não no lugar dela.

Sou fabricante brasileiro e já tenho representante na União Europeia. Preciso de outro?

Precisa. As duas nomeações são separadas e o representante europeu não tem competência na Grã-Bretanha. Um fabricante estabelecido fora do Reino Unido precisa de importador ou representante autorizado britânico nomeado na documentação, capaz de apresentar a declaração e o dossiê técnico à fiscalização local.

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Sobre os mercados europeu e britânico

Conte o que você vai exportar

Envie o nome do produto, a NCM e os dados técnicos. Você recebe de volta a rota aplicável, a lista de documentos e o prazo, antes de qualquer compromisso.