Licenciamento de Empresas na Arábia Saudita: Tipos e Órgãos
Qual licença saudita a sua atividade exige, qual órgão emite, o que o investidor estrangeiro precisa apresentar e quanto tempo cada via leva.
A primeira resposta indica a norma harmonizada e a edição pelas quais seu produto é ensaiado, qualquer sobreposição com a RED ou com máquinas, e os mercados que o mesmo relatório atende.
A Diretiva 2014/35/UE fixa a faixa de tensão, por quanto tempo você guarda o dossiê e quais edições das normas ainda valem.
Fonte: Diretiva 2014/35/UE, guia LVD da Comissão Europeia e lista de normas harmonizadas
Prazo típico4 a 12 semanas, conforme ensaios


Nome do produto, NCM e dados técnicos, o suficiente para definirmos a rota.
Sua parte
Confirmamos os regulamentos aplicáveis e o tipo de certificação que o produto exige.
Nossa parte
Você envia a documentação; assinamos contrato com escopo e prazo fixos.
Ambos os lados
Ensaios laboratoriais, inspeção de fábrica e desembaraço, coordenados por nós.
Nossa parteEmitido, registrado e entregue. Encerramos o projeto.
Sua parteCertificação diretiva de baixa tensão é o nome que o mercado dá a uma rota sem certificador. A Diretiva 2014/35/UE prevê um único procedimento de avaliação da conformidade, o módulo A do anexo III, e nenhum organismo notificado participa: o fabricante ensaia, monta a documentação técnica e assina sozinho a declaração UE de conformidade. O que se compra de um laboratório é o relatório de ensaio pela norma harmonizada do produto: EN 60335-1 com a parte 2 correspondente para eletrodomésticos, EN 62368-1 para áudio, vídeo e TI, EN 60598-1 para luminárias, EN 61010-1 para equipamentos de laboratório e medição. O escopo é o equipamento de 50 a 1000 V CA ou 75 a 1500 V CC, menos as exclusões do anexo II.
A LVD cobre equipamentos de 50 a 1000 V CA ou 75 a 1500 V CC, menos as nove exclusões do anexo II. Um aparelho a bateria abaixo de 50 V fica fora, mas o carregador fica dentro.
Acrescente um módulo de rádio a um produto ligado à rede e passa a valer a RED.
A Diretiva 2014/35/UE tem um único procedimento, o módulo A do anexo III, e nenhum organismo notificado participa. A marcação CE num produto LVD não pode levar número de organismo de quatro dígitos.
Um "certificado CE" pago nunca substitui o relatório de ensaio e a declaração que os importadores pedem.
Só a edição publicada no Jornal Oficial dá presunção de conformidade: EN 60335-1 com a parte 2 correspondente para eletrodomésticos, EN 62368-1 para áudio, vídeo e TI, EN 60598-1 para luminárias.
Relatórios pela EN 60950-1 e pela EN 60065 não sustentam nada desde dezembro de 2020.
Quatro coisas travam dossiês LVD na importação, na ordem em que as encontramos. A placa de identificação não traz o tipo ou o número de série, ou o nome e o endereço postal do fabricante. O dossiê tem relatórios de ensaio e nenhuma análise de riscos, que o anexo III torna obrigatória. O relatório CB cita uma edição mais antiga do que a do Jornal Oficial. Ou o país de destino usa outro plugue, que o relatório não cobre porque plugues de uso doméstico ficam fora da diretiva.
Como fabricante, você guarda a declaração e o dossiê técnico por dez anos após a colocação do equipamento no mercado. Um relatório CB de laboratório acreditado é o formato que os dossiês EAC, G-Mark e UKCA também leem, com os desvios nacionais ensaiados como complemento. Um relatório por edição substituída não dá presunção de conformidade, e um certificado voluntário de organismo certificador não tem valor na alfândega nem numa fiscalização.
O que cuidamos
Tudo aqui é algo a reunir antes de o projeto começar. A primeira resposta diz o que já pode entrar no dossiê como está.
Um especialista acompanha o seu processo do primeiro e-mail até o certificado registrado. Cada um deles gravou um briefing, em inglês, sobre a sua área.
Cada etapa é um serviço próprio, com uma página que diz o que ele entrega e o que precisa de você.
A etapa mais barata decide o custo de todas as seguintes. O que uma avaliação de rota nomeia e as quatro decisões que ela fecha antes de qualquer ensaio.
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Ver a páginaQualquer equipamento elétrico projetado para tensão nominal de entrada ou saída entre 50 e 1000 V em corrente alternada ou entre 75 e 1500 V em corrente contínua, de uso doméstico ou profissional: eletrodomésticos, luminárias, cabos, fontes de alimentação, dispositivos de manobra, motores, cordões de alimentação. Conta a tensão nominal; as tensões que aparecem dentro do gabinete não contam.
O anexo II retira nove itens: equipamentos para atmosferas explosivas (cobertos pela ATEX 2014/34/UE), equipamentos para radiologia e fins médicos, partes elétricas de elevadores, medidores de eletricidade, plugues e tomadas de uso doméstico, eletrificadores de cerca, interferência radioelétrica, equipamentos especializados para navios, aeronaves e ferrovias que seguem disposições internacionais de segurança, e kits de avaliação feitos sob encomenda para centros de pesquisa.
Duas sobreposições decidem mais processos do que as exclusões. Um produto ligado à rede com módulo de rádio cai na diretiva de equipamentos de rádio 2014/53/UE, que absorve os objetivos de segurança da LVD, e por isso não é declarado pela LVD em separado; uma máquina com motor é declarada pela diretiva de máquinas, e o guia da LVD coloca ali também ferramentas elétricas portáteis e cortadores de grama. No sentido inverso: um aparelho a bateria abaixo de 50 V está fora da LVD, mas o carregador ou a fonte que vem na caixa está dentro. O notebook que "não precisa de LVD" ainda precisa da fonte ensaiada.
Não. A Comissão Europeia é direta: a LVD não exige organismos notificados, e só o fabricante determina a conformidade pelo módulo A, controle interno da produção. A marcação CE num produto LVD não pode ser seguida do número de quatro dígitos de um organismo.
Então o que "certificação" significa nesta página é ensaio: um ensaio de segurança elétrica em laboratório acreditado, por uma norma harmonizada cuja referência foi publicada no Jornal Oficial. Só a edição listada dá presunção de conformidade pelo artigo 12. A lista está na Decisão de Execução (UE) 2023/2723 da Comissão e nas suas alterações, e é específica por edição: a EN 62368-1 substituiu a EN 60950-1 e a EN 60065 para equipamentos de TI e áudio em dezembro de 2020, e um relatório por uma das normas antigas não sustenta nada.
A Comissão também alerta sobre certificados voluntários: não são meio reconhecido de provar conformidade, não têm valor na alfândega nem numa fiscalização, e não podem levar a marcação CE. Ainda vemos clientes pagar por um "certificado CE" de um organismo certificador e descobrir depois que o importador quer o relatório de ensaio e a declaração, que o certificado não substitui.
O ponto 2 do anexo III lista o dossiê: descrição geral, desenhos de projeto e fabricação e esquemas de circuitos, as explicações necessárias para lê-los, as normas harmonizadas aplicadas no todo ou em parte, cálculos de projeto e exames, e os relatórios de ensaio. Ele precisa conter uma análise e avaliação adequada dos riscos. Você o guarda, com a declaração, por dez anos após a colocação do equipamento no mercado.
A declaração UE de conformidade segue o modelo do anexo IV: identificação do produto, fabricante ou mandatário, a frase de que é emitida sob responsabilidade exclusiva do fabricante, o objeto da declaração, os atos da União com os quais está conforme, as normas harmonizadas usadas e a assinatura. O artigo 15 exige uma única declaração cobrindo todos os atos aplicáveis, então LVD, diretiva EMC 2014/30/UE e RoHS vão na mesma folha, traduzida para os idiomas que o Estado-membro de venda exige.
Quatro coisas travam processos LVD na importação, na ordem em que as encontramos. Placa de identificação sem o tipo ou número de série e sem o nome e endereço postal do fabricante, que os artigos 6(5) e 6(6) exigem no próprio produto. Dossiê com relatórios de ensaio mas sem análise de riscos, que o anexo III torna obrigatória. Relatório CB por uma edição mais antiga do que a publicada no Jornal Oficial. E um plugue que o país de destino não usa: plugues de uso doméstico ficam fora da diretiva porque a Europa não tem sistema de plugue harmonizado, então o relatório não diz nada sobre eles e valem as regras nacionais do importador.
Em grande parte, sim, porque os quatro regimes remetem às mesmas normas IEC. Um relatório CB de laboratório acreditado no esquema IECEE CB é o formato que todos leem, com os desvios nacionais ensaiados como complemento. Planeje a campanha de ensaio para todos os mercados de destino de uma vez; um relatório encomendado só para a Europa é reensaiado a cada mercado seguinte.
Na União Econômica Euroasiática o documento de segurança é o certificado EAC pelo TR CU 004/2011 sobre equipamentos de baixa tensão, com as mesmas faixas de tensão da LVD, emitido junto com o TR CU 020/2011 sobre compatibilidade eletromagnética. Eletrodomésticos estão na lista de certificação, então declaração não é opção e o certificado vem de um organismo inscrito no registro unificado da União. No Golfo, o regulamento G-Mark BD-142004-01 usa o mesmo escopo de 50 a 1000 V CA e 75 a 1500 V CC; eletrodomésticos da lista regulada precisam de exame de tipo do Golfo por um organismo notificado pela GSO, que confere o relatório CB contra a edição GSO e os desvios de plugue e tensão do Golfo.
A Grã-Bretanha regula o mesmo escopo, com a mesma lista de exclusões, pelas Electrical Equipment (Safety) Regulations 2016, por trás da marcação UKCA. De quatro a doze semanas é o prazo para um produto simples, e a maior parte é agenda de laboratório, então marque o ensaio de EMC pela Diretiva 2014/30/UE na mesma sessão.
| Mercado | Base legal | Quem assina ou emite | O que se acrescenta |
|---|---|---|---|
| União Europeia, CE | LVD 2014/35/UE, módulo A | O fabricante | Dossiê técnico, declaração UE de conformidade, operador econômico na UE |
| Grã-Bretanha, UKCA | Electrical Equipment (Safety) Regulations 2016 | O fabricante | Declaração britânica, responsável no Reino Unido; CE ainda aceita para a maioria dos produtos |
| União Econômica Euroasiática, EAC | TR CU 004/2011 com TR CU 020/2011 | Organismo de certificação inscrito no registro unificado da União | Certificado obrigatório para eletrodomésticos; amostras próprias |
| Países do Golfo, G-Mark | GSO BD-142004-01, mesmo escopo de tensão | Organismo notificado pela GSO para a lista regulada; fora dela, autodeclaração | Exame de tipo do Golfo, símbolo de rastreamento, desvios de plugue e tensão |
| Esquema IECEE CB | Norma IEC, edição vigente | Laboratório CB acreditado | Desvios nacionais como complemento; o relatório que todos os regimes acima leem |
Com efeito legal, não. A Diretiva 2014/35/UE não tem organismo notificado nem certificado próprio; os documentos são o relatório de ensaio, o dossiê técnico e a declaração UE de conformidade que você assina. Um laboratório ou organismo pode emitir um certificado voluntário por cima, e a Comissão diz sem rodeios que esse certificado não prova nada na alfândega nem para a fiscalização.
Não. A marcação CE é a marca; a LVD é um dos atos por trás dela, cobrindo a segurança elétrica na faixa de 50 a 1000 V CA e 75 a 1500 V CC. A maioria dos produtos LVD também cai na diretiva EMC e no RoHS, e todos vão numa única declaração. Um produto com rádio é declarado pela RED, que absorve os objetivos de segurança da LVD.
Pela norma harmonizada listada para o tipo de produto, na edição publicada no Jornal Oficial: EN 60335-1 com a parte 2 para eletrodomésticos, EN 62368-1 para áudio, vídeo e TI, EN 60598-1 para luminárias, EN 61010-1 para equipamentos de laboratório e medição. Quando nenhuma norma se encaixa, você documenta como os objetivos de segurança do anexo I foram atendidos, e o dossiê fica mais longo.
De quatro a doze semanas para um produto simples, e a maior parte disso é agenda de laboratório, a mesma faixa da marcação CE como um todo. Some tempo quando a primeira amostra reprova, quando a EMC é ensaiada em sessão separada e quando o dossiê precisa ser construído do zero porque os registros de projeto nunca foram escritos. O ensaio de energia dos eletrodomésticos corre num relógio próprio, mais longo.
Qual licença saudita a sua atividade exige, qual órgão emite, o que o investidor estrangeiro precisa apresentar e quanto tempo cada via leva.
Substituiu a IEC 60065 e a IEC 60950-1 por um sistema único baseado em risco. O que muda na classificação das fontes de energia e o que ela abrange.
Israel avalia segurança e compatibilidade eletromagnética separadamente. Qual norma IEC vale para cada classe de produto e o que cada ensaio cobre.
Envie o nome do produto, a NCM e os dados técnicos. Você recebe de volta a rota aplicável, a lista de documentos e o prazo, antes de qualquer compromisso.