Halal, Kosher e Normas Nacionais nos Países do Golfo
O halal abre o mercado e a certificação nacional torna o produto legal. Nenhum substitui o outro, e a alfândega confere os dois.
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O halal abre o mercado e a certificação nacional torna o produto legal. Nenhum substitui o outro, e a alfândega confere os dois.
As normas marroquinas são bastante harmonizadas com as europeias, então ISO e CE valem. Quais certificados cada setor exige e quatro erros comuns.
Quatro setores em que o halal já pesa no Marrocos, os requisitos para alimentos e para cosméticos, e como o IMANOR trata certificados estrangeiros.
Quando um suplemento precisa de certificado halal, quais organismos o IMANOR reconhece, os documentos exigidos e um prazo de 3 a 6 semanas.
O Marrocos não tem categoria própria para suplementos: o produto entra como alimento ou como medicamento, e isso define a rota e o dossiê.
Sem definição legal de nutracêutico, a classificação decide tudo: ONSSA ou DMP, três a cinco meses e um representante local obrigatório.
Ingredientes legais na Europa e proibidos no Marrocos, alegações médicas no rótulo, ausência de representante local e um prazo real de quatro meses.
ECAS, EQM, Halal dos Emirados, GMP e SFDA cumprem funções diferentes. Cinco perguntas que definem a rota do produto e onde o dinheiro se perde.
Quais produtos exigem halal, quais organismos o Golfo reconhece de fato e as etapas de auditoria e laboratório até o certificado.
Os seis itens obrigatórios no rótulo de um alimento nos Emirados, os cinco erros que barram cargas e por que o formato da data pesa tanto.
Envie o nome do produto, a NCM e os dados técnicos. Você recebe de volta a rota aplicável, a lista de documentos e o prazo, antes de qualquer compromisso.
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