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Registro ANVISA

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Como trabalhamos

Cinco etapas da consulta ao certificado registrado

Prazo típicoDias na notificação, meses no registro

  1. Você envia a consulta

    Nome do produto, NCM e dados técnicos, o suficiente para definirmos a rota.

    Sua parte
  2. Um gestor entra em contato

    Confirmamos os regulamentos aplicáveis e o tipo de certificação que o produto exige.

    Nossa parte
  3. Documentos e contrato

    Você envia a documentação; assinamos contrato com escopo e prazo fixos.

    Ambos os lados
  4. Ensaios e inspeção

    Ensaios laboratoriais, inspeção de fábrica e desembaraço, coordenados por nós.

    Nossa parte
  5. Você recebe o certificado

    Emitido, registrado e entregue. Encerramos o projeto.

    Sua parte
  • Atendimento nominal Um especialista responde pelo seu projeto da consulta ao certificado.
  • Rota definida antes dos ensaios Esquema, norma e laboratório ficam definidos antes de ensaiar a amostra, que é onde começa a maioria dos reensaios.
  • Documento válido Emitido por autoridade acreditada e registrado na base nacional correspondente.
  • Foco no resultado O trabalho é medido pelo documento na sua mão, não pelas horas gastas nele.
A resposta curta

O grau decide entre notificação e registro

Registro e notificação são regimes diferentes, e a maior parte dos atrasos começa aí. Registro e notificação são regimes diferentes e a maior parte dos atrasos começa aí. Cosméticos de menor risco, por exemplo, são notificados, com liberação praticamente imediata; produtos de maior risco exigem registro, com análise técnica que leva meses. Antes de qualquer um dos dois, a empresa precisa de Autorização de Funcionamento e a fábrica precisa estar regularizada, e é essa etapa anterior que costuma consumir o prazo.

  • Menor risco: notificação Cosméticos de menor risco são notificados, com liberação praticamente imediata.
  • Maior risco: registro Produtos de maior risco exigem registro, com análise técnica que leva meses.
  • A empresa vem antes Antes de qualquer um dos dois, a empresa precisa de Autorização de Funcionamento e a fábrica precisa estar regularizada.
  • Onde o prazo se perde É essa etapa anterior que costuma consumir o prazo, e não a do produto.
  • Grau 1 ou 2

    A RDC 907/2024 divide os cosméticos em dois graus. Um hidratante sem alegações é grau 1. FPS, alegação anticaspa ou ingrediente restrito colocam o produto no grau 2.

    Feche o texto do rótulo antes do grau, e o grau antes de imprimir.

  • Dias ou meses

    O grau 1 sai por notificação eletrônica, em dias a semanas. O grau 2 exige registro, com análise do dossiê pela ANVISA que leva de 6 a 12 meses; protetores solares e produtos infantis estão entre eles.

    Uma única palavra no rótulo, como "antirrugas", pode mudar o grau.

  • O detentor da AFE

    O detentor é empresa brasileira com CNPJ, Autorização de Funcionamento (AFE) da ANVISA que cubra a importação de cosméticos e licença sanitária local. Ele responde à ANVISA pelo produto e guarda o dossiê técnico.

    Confira a AFE na consulta pública da ANVISA antes de começar o dossiê.

Já começou com outro fornecedor

Sem um detentor cuja AFE cubra os seus cosméticos?

O detentor é o que mais define o caminho crítico. O importador escolhido não tem AFE para cosméticos, ou tem uma para produtos para saúde, que não os cobre. Outros processos param na formulação: ela passa nos anexos europeus, mas contém um conservante, corante ou filtro UV fora das listas brasileiras. Uma alegação acrescentada no fim leva o produto para o grau 2. O PIF europeu pode ter sido protocolado sem a estrutura brasileira e sem a rotulagem em português.

A ciência vem de você. A formulação com nomes INCI, os dados de estabilidade, a avaliação de segurança e os resultados microbiológicos só existem dentro do fabricante, e um dossiê europeu pelo Regulamento (CE) 1223/2009 fornece a maior parte da evidência para o peticionamento brasileiro. O protocolo fica com o detentor, que responde à ANVISA e guarda o dossiê técnico. Mudança de formulação ou de alegação depois do protocolo passa por controle de alterações, ou por um novo peticionamento se o grau mudar.

O que cuidamos

  • Enquadramento
  • Regularização da empresa
  • Peticionamento
  • Rotulagem

O que nos enviar

Tudo aqui é algo a reunir antes de o projeto começar. A primeira resposta diz o que já pode entrar no dossiê como está.

  • O texto do rótulo e todas as alegações que você pretende imprimir
  • A composição, com nomes INCI e percentuais, e qualquer ingrediente sinalizado
  • A ficha técnica e os dados do fabricante
  • O CNPJ do detentor proposto e as atividades da AFE que a ANVISA lista para ele
  • O grau atribuído e tudo o que já foi protocolado na ANVISA

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  • 2010 Ano de fundação
  • 1300+ Projetos de certificação
  • 40+ Países atendidos
  • 15+ Tipos de certificado

A empresa é regularizada antes do produto

A ANVISA regulariza empresas e depois produtos, nessa ordem. Sem Autorização de Funcionamento da empresa e licença sanitária local, nenhum produto pode ser peticionado, por mais simples que seja o regime dele.

Para importadores essa é a etapa que mais atrasa lançamentos, porque envolve órgão federal e vigilância sanitária local, e não se acelera pagando taxa de prioridade.

Registro, notificação ou nada

O regime depende da categoria e do grau de risco. Cosméticos dividem-se entre grau 1, notificado, e grau 2, registrado. Alimentos em boa parte dispensam registro e seguem apenas as regras de rotulagem e boas práticas; outros exigem registro. Produtos para saúde seguem classes de risco com exigências crescentes.

Enquadrar o produto na categoria errada é o erro mais caro do processo, porque o peticionamento é indeferido e o prazo recomeça, não continua de onde parou.

Rotulagem é requisito, não acabamento

A rotulagem em português com as informações obrigatórias da categoria é condição de regularidade, não etapa gráfica final. Advertências, composição, prazo de validade e responsável técnico têm forma definida por norma.

Rótulo reprovado significa reimpressão de todo o lote e, quando a mercadoria já chegou, mercadoria parada. É barato acertar antes e caro acertar depois.

Fabricante estrangeiro precisa de empresa brasileira

A titularidade do registro ou da notificação é de empresa brasileira regularizada. O fabricante no exterior é declarado como fabricante, mas quem responde perante a ANVISA é a empresa detentora.

Como o registro fica vinculado a esse CNPJ, a escolha do parceiro importador é uma decisão regulatória além de comercial, e mudar depois não é um ajuste administrativo simples.

Regime por categoria

CategoriaRegime usualOrdem de prazo
Cosmético grau 1NotificaçãoDias
Cosmético grau 2RegistroMeses
Alimento comumDispensa de registro, com rotulagem conformeSemanas
Suplemento alimentarConforme categoria e alegaçãoSemanas a meses
Produto para saúdeNotificação ou registro por classe de riscoMeses
SaneanteNotificação ou registro por riscoSemanas a meses

O enquadramento é por categoria e por alegação, não por percepção de risco. Uma alegação funcional na embalagem pode mudar o regime do produto inteiro.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre registro e notificação na ANVISA?

A notificação é uma comunicação prévia com liberação praticamente imediata, usada em categorias de menor risco como cosméticos de grau 1. O registro envolve análise técnica da ANVISA e leva meses. Qual dos dois se aplica é definido pela categoria e pelo grau de risco do produto, não por escolha da empresa.

Preciso de empresa no Brasil para registrar na ANVISA?

Sim. A titularidade pertence a uma empresa brasileira com Autorização de Funcionamento, normalmente o importador. O fabricante estrangeiro é declarado como fabricante, mas quem responde perante a ANVISA é a detentora, e o registro fica vinculado ao CNPJ dela.

Alimento importado precisa de registro na ANVISA?

Boa parte dos alimentos é dispensada de registro e precisa apenas cumprir rotulagem e boas práticas, com a empresa regularizada. Algumas categorias continuam exigindo registro, e suplementos alimentares seguem regras próprias que dependem da composição e das alegações feitas na embalagem.

Quanto tempo leva a regularização na ANVISA?

Depende do regime, mas o prazo que as pessoas subestimam não é o do produto, é o da empresa. Autorização de Funcionamento e licença sanitária local podem levar semanas ou meses e precisam estar concluídas antes de qualquer peticionamento de produto.

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Sobre regularização e o mercado brasileiro

Fontes

  1. ANVISA — Governo do Brasil
  2. Cosméticos (ANVISA) — Governo do Brasil

Conte o que você vai exportar

Envie o nome do produto, a NCM e os dados técnicos. Você recebe de volta a rota aplicável, a lista de documentos e o prazo, antes de qualquer compromisso.