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Alimentos e bebidas

Certificação de alimentos

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Como trabalhamos

Cinco etapas da consulta ao certificado registrado

  1. Você envia a consulta

    Nome do produto, NCM e dados técnicos, o suficiente para definirmos a rota.

    Sua parte
  2. Um gestor entra em contato

    Confirmamos os regulamentos aplicáveis e o tipo de certificação que o produto exige.

    Nossa parte
  3. Documentos e contrato

    Você envia a documentação; assinamos contrato com escopo e prazo fixos.

    Ambos os lados
  4. Ensaios e inspeção

    Ensaios laboratoriais, inspeção de fábrica e desembaraço, coordenados por nós.

    Nossa parte
  5. Você recebe o certificado

    Emitido, registrado e entregue. Encerramos o projeto.

    Sua parte
  • Atendimento nominal Um especialista responde pelo seu projeto da consulta ao certificado.
  • Rota definida antes dos ensaios Esquema, norma e laboratório ficam definidos antes de ensaiar a amostra, que é onde começa a maioria dos reensaios.
  • Documento válido Emitido por autoridade acreditada e registrado na base nacional correspondente.
  • Foco no resultado O trabalho é medido pelo documento na sua mão, não pelas horas gastas nele.
A resposta curta

O certificado do comprador e a papelada da fronteira

Não existe certificado de alimentos aceito no mundo inteiro. O que se repete é o sistema: um plano APPCC documentado sustenta praticamente todo regime nacional e todo esquema de comprador. Acima dele ficam duas coisas que costumam ser confundidas, a certificação reconhecida pelo GFSI, que o comprador exige por contrato, e a exigência legal do país de destino, que normalmente é registro e certificado sanitário, não certificação.

  • O sistema se repete O que se repete é o sistema: um plano APPCC documentado sustenta praticamente todo regime nacional e todo esquema de comprador.
  • O esquema do comprador A certificação reconhecida pelo GFSI é o que o comprador exige por contrato.
  • Registro no destino A exigência legal do país de destino é outra coisa: normalmente um registro.
  • Certificado sanitário Além do registro, normalmente um certificado sanitário. É isso que o destino pede, não uma certificação.
  • APPCC na base

    Um plano APPCC documentado é o que quase todo regime pressupõe: o artigo 5 do Regulamento (CE) 852/2004 na UE, o artigo 10 do TR CU 021/2011 na UEEA, o 21 CFR Part 117 nos EUA.

    Auditorias reprovam nos registros de monitoramento, então meça os limites e comprove as ações corretivas.

  • O esquema do comprador

    BRCGS, FSSC 22000, IFS ou SQF é o que o varejista escreve no contrato de fornecimento. Nenhum governo pede, e uma planta totalmente habilitada ainda pode perder o comprador sem um deles.

    Certificado BRCGS não substitui a habilitação do estabelecimento que o destino exige.

  • A entrada legal no destino

    Quem define é o destino: registro da instalação no FDA e aviso prévio, habilitação na UE pelo Regulamento (CE) 853/2004, declaração EAC ou SGR na UEEA, registro pelo Decreto 248 da GACC para a China.

    Comece a habilitação meses antes do embarque, porque mercadoria pronta não acelera nada.

Já começou com outro fornecedor

A habilitação para exportar alimentos travou com outro fornecedor?

Programas de exportação de alimentos escorregam nos mesmos pontos. A habilitação do estabelecimento começou por último, depois de a produção para o mercado estar programada, e o registro GACC pelo Decreto 248 ou a habilitação na UE levam meses que uma carga pronta não encurta. Comprou-se um certificado BRCGS para um destino que queria habilitação. Ou o plano APPCC existe, mas os registros de monitoramento mostram limites críticos que ninguém mediu e ações corretivas que ninguém comprovou.

Regimes de registro como o Decreto 248 da GACC se vinculam ao estabelecimento e à categoria de produto. A habilitação na UE para produtos de origem animal é feita por indicação da autoridade competente do seu país, e o exportador não pode pedi-la diretamente. Os seus registros de monitoramento APPCC são o histórico da planta, e o auditor lê isso primeiro. Um certificado halal só funciona onde o destino reconhece o organismo que o emitiu.

O que cuidamos

  • Mapeamento de exigências
  • Apoio ao APPCC
  • Habilitação
  • Halal e sanitário

O que nos enviar

Tudo aqui é algo a reunir antes de o projeto começar. A primeira resposta diz o que já pode entrar no dossiê como está.

  • Mercados de destino e categorias de produto, incluindo qualquer produto de origem animal
  • A ficha técnica e o fluxograma de processo
  • Dados da planta, e números de registro ou habilitação, ou pedidos já feitos, como GACC ou FDA
  • O plano APPCC com registros recentes de monitoramento e de ações corretivas
  • A cláusula do contrato de fornecimento que nomeia o esquema de certificação esperado pelo comprador

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  • 2010 Ano de fundação
  • 1300+ Projetos de certificação
  • 40+ Países atendidos
  • 15+ Tipos de certificado

A distinção que define o caminho

A obrigação regulatória é o que o governo do destino exige para a mercadoria desembaraçar: habilitação do estabelecimento, registro do produto, certificado sanitário de origem e rotulagem conforme. A obrigação comercial é o que o comprador exige no contrato, quase sempre um esquema reconhecido pelo GFSI.

Uma planta pode ter certificado BRCGS impecável e ainda assim não conseguir embarcar, porque falta habilitação no destino. O contrário também acontece: totalmente habilitada, legalmente apta, e recusada pelo comprador por não ter um certificado que nenhum governo pediu.

Halal é certificação separada, com regra de reconhecimento

Para os países do Golfo, produtos cárneos e itens com derivados animais exigem certificado halal, e ele não é autodeclarado. O certificado precisa vir de um organismo que o país de destino reconheça, e as listas de reconhecimento variam entre países e mudam ao longo do tempo.

A falha recorrente é obter um certificado halal válido de um organismo que aquele destino específico não aceita. Confirme o reconhecimento antes da auditoria: ela não é transferível, e repetir custa o mesmo que a primeira vez.

Habilitação vem antes do embarque

Vários mercados exigem que o estabelecimento produtor esteja habilitado antes de qualquer embarque. A China opera habilitação de estabelecimentos pela GACC para uma lista ampla de categorias, e uma planta não habilitada simplesmente não exporta aqueles produtos.

São prazos medidos em meses e é o motivo mais comum de atraso em programa de exportação de alimentos. A habilitação se vincula ao estabelecimento e ao produto, não ao embarque, então não adianta ter mercadoria pronta.

O que cada mercado exige de fato

MercadoExigência legalO que o comprador costuma pedir
Países do GolfoCertificado halal de organismo reconhecido; registro no esquema de conformidade; rotulagem em árabeAPPCC ou esquema GFSI
União EuropeiaHabilitação para produtos de origem animal; certificado sanitário; rotulagem europeiaBRCGS, IFS ou FSSC 22000
ChinaHabilitação GACC do estabelecimento; exigências por categoria; rotulagem em chinêsAPPCC, com frequência esquema GFSI
Estados UnidosRegistro de instalação no FDA; aviso prévio; controles preventivos FSMASQF ou BRCGS
MercosulRegistro conforme a categoria; rotulagem em português ou espanholAPPCC

As exigências mudam bastante por categoria dentro de cada mercado, produto ambiente estável e produto refrigerado de origem animal são regimes distintos.

Perguntas frequentes

APPCC é obrigatório para exportar alimentos?

O sistema é obrigatório ou praticamente obrigatório em quase todo lugar; o certificado normalmente não é. A maioria dos regimes exige que você opere o sistema e consiga comprovar isso em inspeção, não que tenha certificado de terceira parte. O comprador é outra história e costuma pedir certificação.

Certificado halal vale em qualquer país muçulmano?

Não, e supor que sim é um erro comum e caro. Cada destino reconhece uma lista específica de organismos certificadores, essas listas diferem e são revisadas. Um certificado aceito em um país do Golfo pode não ser aceito no vizinho. Confirme quais organismos o destino reconhece antes de contratar a auditoria.

Qual a diferença entre APPCC, ISO 22000 e BRCGS?

APPCC é o método de controle de perigos. A ISO 22000 é norma de sistema de gestão que incorpora o APPCC, mas não é reconhecida pelo GFSI. BRCGS, FSSC 22000, IFS e SQF são reconhecidos pelo GFSI, que é o que a maioria dos grandes varejistas aceita. Para quem já tem ISO 22000, o FSSC 22000 costuma ser a ponte natural.

Quando começar a habilitação do estabelecimento?

Antes de programar a produção para aquele mercado, e de preferência antes de fechar o contrato comercial. Regimes como a habilitação GACC na China se vinculam ao estabelecimento e à categoria, levam meses e não aceleram por haver mercadoria pronta.

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