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Cosméticos

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Como trabalhamos

Cinco etapas da consulta ao certificado registrado

  1. Você envia a consulta

    Nome do produto, NCM e dados técnicos, o suficiente para definirmos a rota.

    Sua parte
  2. Um gestor entra em contato

    Confirmamos os regulamentos aplicáveis e o tipo de certificação que o produto exige.

    Nossa parte
  3. Documentos e contrato

    Você envia a documentação; assinamos contrato com escopo e prazo fixos.

    Ambos os lados
  4. Ensaios e inspeção

    Ensaios laboratoriais, inspeção de fábrica e desembaraço, coordenados por nós.

    Nossa parte
  5. Você recebe o certificado

    Emitido, registrado e entregue. Encerramos o projeto.

    Sua parte
  • Atendimento nominal Um especialista responde pelo seu projeto da consulta ao certificado.
  • Rota definida antes dos ensaios Esquema, norma e laboratório ficam definidos antes de ensaiar a amostra, que é onde começa a maioria dos reensaios.
  • Documento válido Emitido por autoridade acreditada e registrado na base nacional correspondente.
  • Foco no resultado O trabalho é medido pelo documento na sua mão, não pelas horas gastas nele.
A resposta curta

Uma notificação sustentada por um dossiê de segurança

No Brasil o cosmético segue dois caminhos conforme o grau de risco. Grau 1 reúne produtos cuja função não exige comprovação detalhada de segurança e passa por notificação eletrônica, que libera a venda rapidamente. Grau 2 reúne produto com alegação específica ou substância restrita e exige registro, com dossiê técnico e análise da ANVISA. O que move um produto entre os dois graus é frequentemente um único ingrediente ou uma única frase na embalagem, o que faz da arte da etiqueta uma questão regulatória e não só de marketing.

  • Grau 1: notificação Produtos cuja função não exige comprovação detalhada de segurança passam por notificação eletrônica, que libera a venda rapidamente.
  • Grau 2: registro Produto com alegação específica ou substância restrita exige registro, com dossiê técnico e análise da ANVISA.
  • Um detalhe muda o grau O que move um produto entre os dois graus é frequentemente um único ingrediente ou uma única frase na embalagem.
  • O rótulo é regulatório Por isso a arte da etiqueta é uma questão regulatória, e não só de marketing.
  • Relatório de segurança e PIF

    Pelo Regulamento (CE) nº 1223/2009, um avaliador qualificado assina o relatório de segurança, e o arquivo de informações do produto fica no endereço da pessoa responsável por dez anos após o último lote.

    Confira de novo a formulação contra os Anexos II a VI antes de cada novo mercado.

  • Um protocolo por mercado

    CPNP na UE, SCPN na Grã-Bretanha, registro da instalação e listagem do produto no FDA pela MoCRA, notificação na ANVISA para grau 1 ou registro para grau 2. Cada um é feito em nome do titular local.

    A notificação europeia não produz efeito na Grã-Bretanha, então protocole o SCPN à parte.

  • Registro estatal na UEEA

    Pelo TR CU 009/2011, 19 das 40 posições pedem declaração e 21 exigem SGR. Cosméticos infantis, tinturas de cabelo, clareadores e bronzeadores estão na lista do SGR.

    Basta uma alegação clareadora para levar um sérum ao registro estatal.

Já começou com outro fornecedor

A notificação ou o registro do seu cosmético está parado com outro fornecedor?

Os anexos e a classificação mudam, e é nisso que os processos de cosméticos travam. Uma formulação aprovada há três anos nunca foi reconferida contra os Anexos II a VI, que são alterados várias vezes por ano. Uma alegação clareadora levou um sérum da coluna da declaração para o registro estatal na UEEA, ou para o registro de grau 2 na ANVISA. Supôs-se que a notificação europeia cobria a Grã-Bretanha, ou que o protocolo de um mercado serviria no seguinte.

Os dados toxicológicos e a avaliação de segurança são a parte reaproveitável do dossiê, e a que mais demora para reunir. Notificações e registros são refeitos em cada mercado, em nome do titular local, e nunca se transferem. Se o fornecedor anterior atuava como pessoa responsável, é o nome dele que está na sua embalagem e é no endereço dele que fica o arquivo de informações do produto. Pela MoCRA, a instalação estrangeira nomeia um agente nos EUA, e o registro da instalação é renovado a cada dois anos.

O que nos enviar

Tudo aqui é algo a reunir antes de o projeto começar. A primeira resposta diz o que já pode entrar no dossiê como está.

  • A formulação completa com concentrações e os dados do fornecedor de cada ingrediente
  • O relatório ou a avaliação de segurança no ponto em que parou, com a data
  • A arte do rótulo e todas as alegações do produto, inclusive clareamento e bronzeamento
  • Números já protocolados: CPNP, SCPN, registro e listagem no FDA, ANVISA ou SGR

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  • 2010 Ano de fundação
  • 1300+ Projetos de certificação
  • 40+ Países atendidos
  • 15+ Tipos de certificado

A alegação da embalagem pode mudar o grau

Prometer ação antienvelhecimento, proteção solar ou controle de oleosidade tira o produto do grau 1. A formulação pode ser a mesma; o que mudou foi o que a embalagem afirma.

Por isso a arte deve ser revisada antes de ser impressa. Corrigir alegação depois da tiragem custa a tiragem inteira, e é um custo que não aparece em nenhuma planilha de projeto regulatório.

O detentor precisa de licença, não só de CNPJ

A notificação ou o registro fica em nome de empresa brasileira que tenha autorização de funcionamento na ANVISA e licença sanitária local. Importador sem essas autorizações não pode ser detentor, por mais disposto que esteja.

É o item que mais define o caminho crítico. Confirme que o detentor pretendido tem autorização para a categoria antes de começar o dossiê, e não na hora do protocolo.

Fora do Brasil o registro é sanitário e local

Na América Latina o padrão se repete com nomes diferentes: registro ou notificação sanitária concedida a um titular local, com prazo de validade e renovação. Colômbia, México e Chile operam assim, com listas de ingredientes que não coincidem entre si.

Na União Europeia não há registro: há notificação no portal europeu, um relatório de segurança assinado por avaliador qualificado e uma pessoa responsável estabelecida na União. É menos burocracia de entrada e mais responsabilidade documentada.

Grau 1 e grau 2

Grau 1Grau 2
AlcançaFunção básica, sem alegação específicaAlegação específica ou substância restrita
O que a ANVISA fazRegistra a notificaçãoAnalisa dossiê técnico
Prazo típicoDias a semanas6 a 12 meses
DetentorEmpresa brasileira com licençaEmpresa brasileira com licença

Perguntas frequentes

Protetor solar é grau 1?

Não. Protetor solar tem alegação de proteção e substâncias com limite regulado, o que o coloca no grau 2, com dossiê e comprovação de fator de proteção por metodologia aceita. É um dos casos em que o produto parece simples e o regime não é.

O dossiê europeu serve para a ANVISA?

A ciência de base costuma aproveitar; a forma não. O Brasil espera estrutura de dossiê própria, declarações específicas e rotulagem em português. Trate um relatório de segurança europeu como material de origem e não como protocolo pronto.

Podemos ser o detentor sendo empresa estrangeira?

Não diretamente. O detentor é pessoa jurídica brasileira com CNPJ, autorização de funcionamento e licença sanitária. Usar o importador funciona e amarra o registro a ele; nomear um representante para a função mantém o registro independente da distribuição.

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