Certificação ou Declaração sob o TR CU 018
Três formas de avaliação da conformidade, duas delas voltadas a componentes. Onde fica a responsabilidade em cada uma e o que define a via do produto.
Veículos das categorias M, N e O, chassis e componentes de segurança na UEEA. Homologação de tipo, certificado ou declaração, e os quatro anos das peças.
O TR CU 018/2011 fixa os requisitos de segurança para veículos sobre rodas colocados no mercado da União: categorias M, N e O, chassis de veículos e qualquer componente ou conjunto que afete a segurança, tanto em produção seriada quanto em veículos únicos. Ele prevê três formas de avaliação da conformidade. Veículos completos recebem homologação de tipo. Componentes e peças de reposição recebem certificado de conformidade ou declaração, e a diferença está em onde fica a responsabilidade e em quanto controle de terceiros se aplica. Quais peças recebem qual forma é fixado pelas listas da Resolução nº 77 do Conselho da Comissão Econômica Eurasiática, de 14 de julho de 2015, não pelo requerente.
Peças de reposição têm a sua própria aritmética. A validade máxima de um certificado de peças é de quatro anos, menor do que na maioria dos regulamentos, o ensaio precisa ocorrer em laboratório acreditado da União, os números de peça são escritos por extenso no anexo, e os certificados de produção seriada trazem uma inspeção anual que reensaia o produto. A maioria dos requerentes de pastilhas de freio espera uma declaração e termina em certificação, porque tudo que toca freio, direção ou retenção está na lista de certificado. Um imobilizador é o grupo 50 sob o 018 e, a 119 a 135 kHz, precisa também de parecer de radiofrequência e de notificação de criptografia, ambos nacionais.
Uma modificação que afeta a segurança traz o veículo de volta ao escopo, e três tipos de veículo estão excluídos de saída. Os artigos abaixo cobrem o escopo, certificado versus declaração, peças de reposição, imobilizadores e o paralelo com o SABER para a Arábia Saudita. Mande a lista de números de peça e as NCMs e nós as separamos entre certificado, declaração e fora do escopo.
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Três formas de avaliação da conformidade, duas delas voltadas a componentes. Onde fica a responsabilidade em cada uma e o que define a via do produto.
Categorias M, N e O, chassi e componentes ligados à segurança. O que a modificação de projeto aciona e os três tipos de veículo excluídos de vez.
Alcance nas categorias M, N e O, chassis e componentes de segurança, os requisitos que impõe e quem da cadeia de fornecimento fica vinculado.
Grupo 50 do TR CU 018, os três códigos TN VED a conferir antes de tudo e as aprovações de radiofrequência e criptografia entre 119 e 135 kHz.
Certificado de no máximo quatro anos, ensaio obrigatório na União Aduaneira, códigos de peça por extenso no anexo e inspeção anual com novos ensaios.
Sim. A origem não retira uma peça das listas da Resolução nº 77. O que a origem muda está em outro lugar: no sistema saudita SABER, peças genuínas podem seguir por declaração com prova de origem, enquanto peças paralelas passam por ensaio completo. Sob o TR CU 018 a lista decide para as duas.
Até quatro anos para componentes e peças de reposição, com inspeção anual que reensaia amostras nos certificados de produção seriada. Outros regulamentos da UEEA chegam a cinco anos, então orce a renovação antecipada e o custo da inspeção dentro do prazo de validade.
Envie o nome do produto, a NCM e os dados técnicos. Você recebe de volta a rota aplicável, a lista de documentos e o prazo, antes de qualquer compromisso.
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