Localização: GlobalPortuguês

Escolha sua localização

info@wwbridges.com+971 52 912 3132
Português
Grupo de produtos

Brinquedos e produtos infantis

Ligamos de volta em até uma hora.

Vamos ligar de volta

Respeitamos seu tempo e sua privacidade. Seus dados são usados para responder a esta solicitação e para mais nada.

Como trabalhamos

Cinco etapas da consulta ao certificado registrado

Prazo típico2 a 5 meses com auditoria

  1. Você envia a consulta

    Nome do produto, NCM e dados técnicos, o suficiente para definirmos a rota.

    Sua parte
  2. Um gestor entra em contato

    Confirmamos os regulamentos aplicáveis e o tipo de certificação que o produto exige.

    Nossa parte
  3. Documentos e contrato

    Você envia a documentação; assinamos contrato com escopo e prazo fixos.

    Ambos os lados
  4. Ensaios e inspeção

    Ensaios laboratoriais, inspeção de fábrica e desembaraço, coordenados por nós.

    Nossa parte
  5. Você recebe o certificado

    Emitido, registrado e entregue. Encerramos o projeto.

    Sua parte
  • Atendimento nominal Um especialista responde pelo seu projeto da consulta ao certificado.
  • Rota definida antes dos ensaios Esquema, norma e laboratório ficam definidos antes de ensaiar a amostra, que é onde começa a maioria dos reensaios.
  • Documento válido Emitido por autoridade acreditada e registrado na base nacional correspondente.
  • Foco no resultado O trabalho é medido pelo documento na sua mão, não pelas horas gastas nele.
A resposta curta

A faixa etária define os ensaios

No Brasil brinquedo está entre as famílias com certificação compulsória. No Brasil brinquedo está entre as famílias com certificação compulsória: a portaria do INMETRO exige certificado emitido por um OCP, ensaio em laboratório acreditado e auditoria da fábrica, mesmo quando a fábrica está fora do país. Isso separa o regime brasileiro do europeu, onde a marcação CE de brinquedo é autodeclarada na maior parte dos casos. O que os dois compartilham é o ponto de partida: a faixa etária declarada decide quais ensaios se aplicam, e quem a declara é o fabricante.

  • Certificado de OCP A portaria do INMETRO exige certificado emitido por um OCP e ensaio em laboratório acreditado.
  • Auditoria da fábrica A fábrica é auditada mesmo quando está fora do país.
  • Na Europa, autodeclaração Isso separa o regime brasileiro do europeu, onde a marcação CE de brinquedo é autodeclarada na maior parte dos casos.
  • A faixa etária decide Os dois partem do mesmo ponto: a faixa etária declarada decide quais ensaios se aplicam, e quem a declara é o fabricante.
  • A faixa etária

    Quem a define é você, e ela precisa bater com a imagem da embalagem, o texto de venda, o tamanho e a forma de brincar. Abaixo de 36 meses entram o ensaio de partes pequenas da EN 71-1 e os limites mais restritos de migração da EN 71-3.

    Faixa etária contrariada pela embalagem é tratada como a faixa menor.

  • Relatórios por mercado

    EN 71 pela Diretiva 2009/48/CE, ASTM F963 e CPSIA em laboratório aceito pela CPSC nos EUA, certificação pelo TR CU 008/2011 na UEEA, o G-Mark sobre as adoções GSO da EN 71.

    Relatório EN 71 não substitui a ASTM F963 nos EUA.

  • Materiais e reensaios

    Os limites de migração da EN 71-3 valem por material, então um pigmento, plastificante ou fornecedor novo pode invalidar o relatório de um brinquedo visualmente idêntico. Ensaie uma vez os materiais base compartilhados e mapeie pela linha.

    Atualize a lista de materiais antes de mapear uma mudança contra os relatórios.

Já começou com outro fornecedor

Certificação de brinquedo travada na faixa etária ou num reensaio?

A parada mais cara é a faixa etária. Um brinquedo indicado acima de 36 meses para fugir do ensaio de partes pequenas, com imagem de embalagem que diz o contrário, é avaliado pela faixa menor e o dossiê reprova. Os reensaios vêm de uma troca de pigmento, plastificante ou fornecedor que ninguém mapeou contra os relatórios. Outros processos foram montados só sobre um relatório EN 71 e depois esbarraram na ASTM F963 nos EUA ou num organismo euroasiático que ensaia as próprias amostras.

O relatório EN 71 continua útil como evidência técnica para o TR CU 008/2011, que remete às adoções GOST da EN 71 e da ISO 8124, e é a evidência de partida para os dois tipos de G-Mark. Como submissão euroasiática ele não serve: os documentos vão em russo e o solicitante é registrado em um Estado-membro. As listas de substâncias restritas também mudam, então um dossiê conforme há três anos pode não estar hoje.

O que nos enviar

Tudo aqui é algo a reunir antes de o projeto começar. A primeira resposta diz o que já pode entrar no dossiê como está.

  • A faixa etária, com a arte da embalagem e o texto de venda que a sustentam
  • Relatórios EN 71, ASTM F963 ou outros, com o laboratório identificado
  • A lista de materiais e qualquer troca de pigmento, plastificante ou fornecedor desde o ensaio
  • Mercados de destino e, para a UEEA, o solicitante registrado em um Estado-membro

Ligamos de volta em até uma hora.

Vamos ligar de volta

Respeitamos seu tempo e sua privacidade. Seus dados são usados para responder a esta solicitação e para mais nada.

  • 2010 Ano de fundação
  • 1300+ Projetos de certificação
  • 40+ Países atendidos
  • 15+ Tipos de certificado

A faixa etária é uma afirmação que precisa se sustentar

Brinquedo indicado para menores de três anos enfrenta o requisito de partes pequenas e os limites mais restritos de migração química. O mesmo produto indicado para faixa maior não enfrenta.

A indicação precisa bater com a apresentação: imagem da embalagem, texto de venda, tamanho e forma de brincar. Fiscalização que considere o produto claramente atraente para criança menor aplica o requisito mais duro, independentemente da etiqueta.

O que a portaria brasileira acrescenta

Além do ensaio, entram a auditoria da fábrica e a manutenção do certificado, com reensaio e nova auditoria em intervalos definidos. Para fabricante fora do Brasil isso significa deslocamento de auditor.

O selo de identificação da conformidade tem forma e posição definidas, e produto com selo fora de especificação é retido mesmo com certificado válido.

Química é onde vem o reensaio

Limites de migração se aplicam por material, então troca de pigmento, plastificante ou fornecedor pode invalidar um relatório com o produto visualmente idêntico. As listas de substâncias restritas também mudam com o tempo.

Quando a linha compartilha poucos materiais base, ensaiar o material uma vez e mapear pelos itens é bem mais barato que ensaiar item a item, desde que a lista de materiais esteja correta no momento do ensaio.

Brasil, Europa e União Aduaneira

BrasilUnião EuropeiaUnião Aduaneira
Base legalPortaria INMETRODiretiva de brinquedos com EN 71TR CU 008
DocumentoCertificado por OCPDeclaração de conformidadeCertificado na maioria
Auditoria de fábricaSimNãoNa certificação de série
IdiomaPortuguêsAdvertências por mercadoRusso

Perguntas frequentes

Posso indicar acima de três anos para evitar o ensaio de partes pequenas?

Só se a indicação for defensável. A fiscalização avalia como o produto é apresentado e como a criança usaria de fato, não o que a etiqueta diz. Indicação contrariada pela imagem da embalagem é tratada como a faixa menor, e aí o dossiê falha contra os requisitos que passam a valer.

Relatório EN 71 serve no Brasil?

Como evidência técnica costuma aproveitar, porque os requisitos de base se sobrepõem. Como protocolo não: a portaria exige certificado de OCP acreditado, ensaio em laboratório aceito e auditoria da fábrica, que não existem no caminho europeu.

A auditoria acontece na nossa fábrica no exterior?

Sim, na maior parte dos esquemas compulsórios. Os auditores olham linha de produção, controle de recebimento, ensaio final e os registros correspondentes. Sistema ISO 9001 mantido já cobre boa parte do que é pedido, e o custo de deslocamento entra na conta.

Continue lendo

Sobre produtos infantis

Conte o que você vai exportar

Envie o nome do produto, a NCM e os dados técnicos. Você recebe de volta a rota aplicável, a lista de documentos e o prazo, antes de qualquer compromisso.